segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

APELO A TECNOLOGIA


ESTRANHO MESMO;
E ESCREVER SEM UMA INTRODUÇÃO;
COM VÁRIOS ERROS GRAMATICAIS;
E SEMÂNTICOS;
 
ESTRANHO MESMO E FALAR O QUE TODOS SABEM;
MAS POUCOS SABEM QUE SABEM;
E FALAR DO AMOR, COMO SE ESTIVESSE COM DOR;
FALAR DE VIVER ESTANDO NA INÉRCIA;
MAS QUEM DISSE QUE INÉRCIA NÃO É UMA FORMA DE VIVÊNCIA;

O QUANTO É ESTRANHO FALAR O QUE NINGUÉM QUER ESCUTAR;
BOM MESMO É  FALAR O QUE TODOS QUEREM OUVIR;
E O QUE SERÁ ISSO?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

TEMPOS MODERNOS




E TUDO PASSA, A HIPOCRISIA TALVEZ É A ÚNICA QUE FICA FICA;
E TODO O AMOR, ACABA;
E TUDO O QUE TE DISSERAM; A OUTRA PESSOA PERTENCE;
E AS JURAS DE AMOR? FORAM COMPRIMIDAS,TALVEZ EM ARROGÂNCIA, ORGULHO OU EM TRAIÇÃO.
E AS FALSAS INDAGAÇÕES,VERDADEIRA SE TORNARAM;
E AS GASTAS PALAVRAS ACABARAM;
E A CULPA É DE QUEM? MINHA QUE PEDI PRA NASCER, NESSA VIDA QUE JA VEIO MALHADA ANTES DE EU ME CONHECER;
E NA TENTATIVA DE FAZER VERSOS E RIMAS,ME TORNO MAIS UM FAZENDO USO DA HIPOCRISIA.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012




Queria usar, quem sabe, uma camisa de força ou de
vênus
Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom

EU ME PERTENÇO E DE MIM FAÇO O QUE BEM ENTENDER;


RAUL SEIXAS

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

homo

pego pessoas falando de amor; sem saber o que é amar
de lutar, ficando de´´braços cruzados``
Tantas outras  falam do poder das palavras, mas não sabem falar;
enfim , me pego sendo humano, falando com propriedade sem certeza;
criticando e não fazendo nada, apenas sentado observando.

RUMO


As vezes certo outras confuso, sigo em frente;
Vivendo e aprendendo e sempre caminhando;
Vivenciando as armadilhas da vida;
E em meu caminho vejo coisas boas acontecerem,porém como um asfalto traçando novos caminhos, passam sem ser notado;
Presencio as barreiras entre o prazer e a dependência sendo quebradas;
Do outro lado da linha me encontro em um zurro de zorros e mantilhas rasgadas sobrando apenas rubros...;
Sem a ocorrência de flertes individuas sem equívocos;
Todos inertes;
 É assim que querem;
fumando todos os baseados, bebendo todas as cervejas e assim  estando do jeito certo para qualquer compromisso assumir;
e vendo na tv todo sangue jorrar;
e ainda provar toda pena capital;´´
e entre amizades e inimizade, meu desejo inverso continua sendo meu velho amigo.

poeta x poema



nem sempre o poeta
ronda o poema
como uma fera a presa.
às vezes, fera presa e acuada
entre as grades do poema-jaula,
doma-o o chicote das palavras


SÉRGIO DE CASTRO PINTO


O QUE VEM DEPOIS

Colinas verdes, grama macia e cheirosa;
Verdes ondas também?
Independente do que vem depois;
O que importa agora, é o verde do dinheiro;
Não mais o vermelho do sangue;
quanto menos o transparente do suor;
Talvez o que ainda faça algum sentido; é o branco,
não o branco da paz, mais o do gozo;
Se preocupar pra quê? com o quê?
O que pensar, no verde do dinheiro, lógico
Gastar tempo pensando?
tempo é dinheiro;
Dinheiro é vida;
E a semântica que se exploda.