domingo, 30 de junho de 2013

Ha complexidade

E o que veio com o acaso; virou um sonho, se tornou um pesadelo; algo incontrolável que não fazia sentindo. Aquela garota, que não fazia nada mais do que sorrir; se tornou um monstro, algo que não há explicação, machucava e apenas isso; aquela garota, se tornou um sentimento... não conhecia até então algo com essa magnitude nunca havia sentido nenhum sentimento parecido. Aquele sorriso tão meigo e singelo, tão lindo se tornou um minha insônia; Como algo bonito se torna tão feio? Talvez apenas o ponto de vista tenha mudado, talvez... percebo portanto, que o ocorrido seja apenas a falta da reciproca ou a falta de algo que me faça levantar e ir falar pra ela, que simplesmente o que eu sinto é paixão; mais um tormento, a paixão bastaria para que isso acontecesse, talvez não seja paixão... impossível, é muito forte. E o simples se torna complexo, tudo virou apenas um rascunho na parede da minha mente, pois já não há mais coração, para escrever ou sentir, tudo foi destruído, só ela tem o poder de mudar. Sem revisões nem maiores esclarecimentos, publico o meu sentimento, puro e verdadeiro ou apenas um novo pesadelo....ou... sonho;
Quando tentamos falar de sentimentos a palavra que mais falta no vocabulário é simples e creio que para dar certo só precise de simplicidade, na hora de falar eu te amo.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

PRA SEMPRE

O ser humano sempre é especial para alguém. A companhia, o conforto de ter amigos, familiares e amores é inexplicável, e faz tão bem. Bem para o coração, para a mente, bem para a vida. Por isso nós precisamos do outro. Nos apegamos, sentimos confiança, vivemos bons momentos juntos e de repente tudo acaba. O outro nos deixa. Perder alguém é uma das partes mais dolorosa da vida. Quem sabe como é, entende. Não dói só porque a gente lembra muito mais os momentos, as qualidades, o jeito de ser do outro, mas também, porque não há remédio que cure, preencha o vazio. O tempo ameniza, mas não tira do coração. Cada ser é único. Ninguém ocupa o lugar do outro. A morte dói porque faz a gente sentir saudade e também porque ela é um mistério. Não se sabe até quando vamos ter a companhia do outro. E, para onde vão? Existe céu, inferno? Por que as pessoas precisam partir? Não saber, não entender, nos causa mais desconforto, inconformação, insegurança. A gente costuma pensar coisas boas para ajudar o tempo a amenizar essa falta do outro. Perder alguém dói, mas não existe nada pior que morrer em vida. Tem gente que desanima, deixa de sorrir e de amar. Gente que afunda a própria vida porque não valoriza oportunidades. Drogados começam a morrer em vida. Prisioneiros de uma cama morrem em vida porque a invalidez corroe o ser humano aos poucos. Mas, existem mortes que podemos evitar. A gente mata o outro quando trata com diferença. Tá cheio de rico por aí esnobando as outras classes. A gente mata o pobre em vida. Empina o nariz, olha de cima embaixo e ignora. Mata homossexual assim como mata aidéticos. O preconceito mata mais que veneno. Esse tipo de morte a gente pode evitar. É que quando a gente mata, morre junto.